O principal é a música. Ou, melhor diria eu, o poema cantado de Vandré. Ele versejou no condoreiro, arrisco-me a dizer. Bem ritmado, triste e guandiloquente, visionário. Todavia, as imagens vêem a calhar. São pequeníssima amostra de quanta violência praticou-se abertamente contra todo tipo de gente, no período ditatorial brasileiro, de 1964 a 1985. Atualmente, […]

Continue lendo sobrePara não dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré, em 1968.

Andrei Barros Correia em 31/01/10

Disparada, composição de Geraldo Vandré, interpretada por Jair Rodrigues, no II Festival da Música Popular Brasileira, da TV Record, em 1966. Na ocasião, dividiu o primeiro lugar com A Banda, de Chico Buarque. A poesia é bonita e forte, com a versificação simples e quase arcaica de Vandré, poeta ibérico nas formas. A interpretação de […]

Continue lendo sobreDisparada, de Geraldo Vandré, cantada por Jair Rodrigues.

Olivia Gomes em 30/01/10

Esqueçam o vídeo, é somente o pano de fundo para a bela música. Posts relacionados:Sem posts relacionados.

Continue lendo sobreEnquanto engomo a calça, de Ednardo.

Olivia Gomes em 30/01/10

Creio que o belíssimo livro de Garcia Marquez não precise ser sugerido. Todavia, o filme, feito a partir do livro, pode e deve sê-lo. A estória de Florentino Ariza e Fermina Daza é muito bonita e foi bem adaptada para o cinema. O contexto é Cartagena das Índias, na Colômbia,  no século XIX. O amor […]

Continue lendo sobreSugestão de filme. O amor nos tempos do cólera.

É preciso dizê-lo: a luta de classes existe. Essa assertiva não implica que ela deva existir, ou que ela possa deixar de existir. Tampouco implica que ela seja o único móvel das atuações de grupos sociais, nem que seja o ponto de articulação único de todo pensamento político. Ela existe independentemente de quanta axiologia se […]

Continue lendo sobreAs classes médias e a discriminação de tudo quanto não for médio.

O Presidente Lula teve uma crise hipertensiva, em Recife. Foi levado ao Real Hospital Português, medicado e submetido a exames. Não é problema sério, ao que tudo indica. Mas, desencadeou em alguns jornais brasileiros uma crise, não de hipertensão, mas de sinceridade ansiosa. Querem o homem morto, não importa de que moléstia. Um dos jornais […]

Continue lendo sobreO Presidente Lula teve uma crise hipertensiva e já havia quem organizasse o enterro.

Olivia Gomes em 28/01/10

Lembrei-me deste vídeo hoje pela manhã. A música A foca, cantada por Alceu Valença, faz parte do disco A arca de Noé, de Vinicius de Moraes. Vale a pena dar uma olhadinha. Posts relacionados:Sem posts relacionados.

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Andrei Barros Correia em 28/01/10

É uma bonita apresentação, embora não seja a mais bonita de tantas interpretações de Guantanamera. Compay Segundo já então bastante velho e quase sem voz. Na verdade, é mais uma celebração de Compay que uma grande Guantanamera. Guantanamera é o gentílico para aquelas nascidas na cidade de Guantánamo, no sudoeste de Cuba, hoje tristemente célebre […]

Continue lendo sobreGuantanamera, de Jose Martí, por Compay.

Andrei Barros Correia em 28/01/10

O governo brasileiro, por meio da Advocacia-Geral da União, resolveu enfrentar o absurdo de alguns salários de funcionários públicos que excedem muito ao limite constitucional. Para ter-se uma noção do problema, lembro que o limite remuneratório no serviço público brasileiro é de R$ 24.500,00, correspondentes à remuneração de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Ora, […]

Continue lendo sobreOs Marajás da função pública brasileira.

Andrei Barros Correia em 27/01/10

Primeiro, um agradecimento a Joana, que nos ofereceu, a Olívia e a mim, A estrela, conto de Vergílio Ferreira. O livro, com ilustrações bonitas de Júlio Resende, chegou ontem, vindo da Maia, em Portugal. Com Vergílio Ferreira tive contato por outra oferta. Foi o Miguel que me ofereceu Para sempre, um esplêndido romance do autor, […]

Continue lendo sobreA estrela, de Vergílio Ferreira