Andrei Barros Correia em 31/08/10

O Julinho da Adelaide sugeriu-me o vídeo que ensejou a postagem anterior. Agora, Sidarta fez um comentário àquela postagem que, por sua objetividade, concisão e precisão, torno em postagem, abaixo: Em matemática, a “lei dos grandes números” é soberana. Com base nela, a China passou o Japão em PIB e a India também vai passar […]

Continue lendo sobreO Brasil e a lei dos grandes números.

Andrei Barros Correia em 30/08/10

Esse vídeo – recomendação do Julinho da Adelaide – deixa bem claro porque a candidata Dilma Roussef deve vencer as presidenciais de outubro, provavelmente na primeira volta. Porque ela é a candidata do Presidente Lula, que tem aprovação popular em torno aos 75%. Porque essa é uma eleição entre a candidata que representa o governo […]

Continue lendo sobrePorque Dilma Roussef ganha as eleições.

Andrei Barros Correia em 29/08/10

A uniformização de pensamentos anda tão avassaladora que a forma de estar na vida enunciada no título é cada vez mais segura. Acho que essa é a regra da atitude psíquica e social mais adotada presentemente. Ou seja, a regra que leva o sujeito a medir a tudo e a todos por si, certo de […]

Continue lendo sobreO mundo sou eu.

Andrei Barros Correia em 29/08/10

É aquela que fere Que virá mais tranqüila Com a fome do povo Com pedaços da vida Com a dura semente Que se prende no fogo de toda multidão Acho bem mais do que pedras na mão Dos que vivem calados Pendurados no tempo Esquecendo os momentos Na fundura do poço Na garganta do fosso […]

Continue lendo sobreA Terceira Lâmina, de Zé Ramalho.

Andrei Barros Correia em 29/08/10

Foi um tempo que o tempo não esquece Que os trovões eram roucos de se ouvir Todo um céu começou a se abrir Numa fenda de fogo que aparece O poeta inicia sua prece Ponteando em cordas e lamentos Escrevendo seus novos mandamentos Nas fronteiras de um mundo alucinado Cavalgando em martelo agalopado Eviajando com […]

Continue lendo sobreCanção Agalopada, de Zé Ramalho.

Andrei Barros Correia em 28/08/10

Esse texto de Mia Couto é delicioso e ao mesmo tempo trágico. Delicioso na sua mordacidade cortante, na sua precisão, na sua ironia. Trágico por sua verdade aplicável não apenas a Moçambique. A submissão aos modismos, a falta de educação e de modos, a superficialidade e ao novo-riquismo são correntes e dominantes lá como aqui […]

Continue lendo sobreMia Couto: O jet-set moçambicano.

Andrei Barros Correia em 26/08/10

Um documento da CIA, da unidade Red Cell, foi vazado na Wikileaks – http://wikileaks.org. Não é propriamente revelador, mas é totalmente confirmador de algo sempre sabido e sempre negado. Os EUA são a origem de muita atividade terrorista e, para consumo interno das altas esferas, trata do assunto com todos os nomes, sem a hipocrisia […]

Continue lendo sobreO terrorismo patrocinado pelos EUA.

Andrei Barros Correia em 26/08/10

Lula é um sujeito muito inclinado à conciliação, muito tolerante. É tratado impiedosamente por amplos setores da imprensa brasileira, nomeadamente pela Folha de São Paulo, pela TV Globo – e sua revista semanal de péssima qualidade, a Época, e pela editora Abril e sua revista abaixo da crítica, a Veja. Apesar de ter sido alvo […]

Continue lendo sobreLula e a imprensa: o episódio da Folha de São Paulo em 2002.

Andrei Barros Correia em 25/08/10

Sena teve as razões dele, claro. Dele e de um tempo dele. É amaríssimo o poema abaixo. Esta é a ditosa pátria minha amada. Não, nem é ditosa porque o não merece, nem minha amada, porque é só madrasta nem pátria minha, porque eu não mereço a pouca sorte de ter nascido nela. Nada me […]

Continue lendo sobreA Portugal, de Jorge de Sena.

Andrei Barros Correia em 25/08/10

Gosto muito de contos, que reputo um gênero difícil. Ele não admite facilmente o razoável, oscila entre o bom e o ruim, é traiçoeiro com escritores mal-dotados. Achei de conhecer Jorge de Sena, muito tardiamente, pelos contos reunidos nas Antigas e novas andanças do demônio. As diferenças entre as duas partes do volume são nítidas, […]

Continue lendo sobreAntigas e novas andanças do demônio, de Jorge de Sena.