Carlos Lacerda, que sabia ler e escrever bem, estaria entre encantado e estarrecido com os seus atuais rebentos. Encantado, porque a classe média alta brasileira é-lhe à imagem e semelhança no que diz respeito ao moralismo oportunista e à tenacidade anti governista, sempre que se tratar de governo que aumenta o preço dos escravos. Estarrecido […]

Continue lendo sobreO jantar de Dilma em Lisboa e a mediocridade ativa da classe média brasileira.

Andrei Barros Correia em 26/01/14

La mala leche para los puretas… Posts relacionados:Sem posts relacionados.

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Andrei Barros Correia em 26/01/14

Nasci lá na Bahia de mucama com feitor O meu pai dormia em cama Minha mãe no pisador Lai a ladaia samadama avé maria Posts relacionados:Sem posts relacionados.

Continue lendo sobreYou don´t know me, de Caetano, por ele e Karina Zeviani.

Andrei Barros Correia em 26/01/14

Sou carnívoro. Mas, a necessidade de variar o paladar, o clima e o fato de que há muitas outras coisas boas além de carnes, levaram-me a pensar uma massa para este quente e seco domingo. E devia ser massa leve, sem carnes no molho. Os tomates e as folhas de manjericão casam-se tão bem quanto […]

Continue lendo sobreEspaguete com tomates, manjericão e brie.

Andrei Barros Correia em 18/01/14

O maior risco de ensinar por meio de exemplos é ter êxito… A vacuidade, os maus modos, a forma atabalhoada de estar, o ser barulhento e a busca incessante da redenção no consumo foram diligentemente ensinados às massas, independentemente de suas classes sociais. Óbvio que cada classe age segundo seus interesses e que adota uma […]

Continue lendo sobreO rolezinho, os novos-ricos, os novos-pobres e a demofobia.

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Continue lendo sobreO melhor filme em cada país da America Latina, segundo o IMDb

Choro brasileiro legítimo. Chorinho, porque os diminutivos dão uma ternura que lembra seu uso farto pelo carinhoso Vinicius. Posts relacionados:Sem posts relacionados.

Continue lendo sobrePedacinho do céu, de Waldir Azevedo, por Izaías e seus Chorões.

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Continue lendo sobreO trenzinho do caipira, de Heitor Villa Lobos, por Trio Madeira Brasil.

Andrei Barros Correia em 09/01/14

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Continue lendo sobreDance me to the end of love, por Madeleine Peyroux.

Mansidão não é delicadeza, rebelião difusa não é coragem. Covardia não é sábio cálculo. Afagos gratuitos não são estima de iguais, direitos não são antíteses de obrigações. Ignorar o passado não é aceitar condição para que haja presente e futuro. Tudo isso são sintomas de algo fartamente abordado por Ortega y Gasset, a que sempre […]

Continue lendo sobreA perda do senso trágico, a crença no remédio, ou sem passado e sem futuro.