Uma maneira de exorcizar a morte é matar por deleite na estética da destruição. Outras, para os mais capazes, são a crônica e a poesia. Claro que capacidade, aqui, é termo de ambiguidade proposital, posto que pode significar falta de alternativas. Boccaccio exorciza a peste a descrevê-la e seria para além de suas capacidades e […]

Continue lendo sobreO decadentismo sabe a sangue e cheira a carne queimada. Ou, como na Ucrânia decorre a mais estúpida provocação em sessenta anos.

A academia não me surpreende e isso deve-se mais a ter a surpresa como item raro nas ementas que se servem. Esclarecido, portanto, que não se deve à incapacidade da academia. Fato é que ainda discutem o que não leram e afinal não perceberam. E cultivam certas coisas somente como objetos de museologia científica, como […]

Continue lendo sobreEpistemologia da não significação. Ética protestante e capitalismo…

Muito estranhamente, não havia tido ocasião de perceber que o guarda-chuvas é um aerofólio perfeitamente submetido às leis de Bernoulli. A sorte ou a natureza pouparam-me estranhamente em ocasiões anteriores que me podiam ter feito lembrar o princípio baptizado com o nome deste francês ou suíço, matemático ou físico, que enunciou aquilo que faria voar […]

Continue lendo sobreEstar com a chuva, com o frio, com o vento e com saudades que se tornam adultas.